Estive pensando sobre a real utilidade do amor. Agora, vazia de qualquer sentimento, fico tentando entender o porquê de meus fracassos, ou melhor, o porquê de ser, quase sempre, a que acaba chorando no final. Sei que sofro de um mal: o de achar que as pessoas não são simplesmente descartáveis. Reluto, até as últimas forças, em abrir mão de alguém. Não me refiro ao que sinto, isso só se esvai com o tempo, mas ao outro, à companhia do outro, à amizade do outro. Talvez um dia me convençam do contrário, mas, hoje, para mim, ninguém substitui ninguém. Concordo que novas histórias acontecem, novas pessoas aparecem. Mas aquele lugar, o daquilo que passou, vai continuar onde esteve, desde o começo, mesmo que se tenha trancado o espaço e jogado a chave no mar. Sendo assim, quanto mais casos não dão certo, mais vazios coleciono por dentro e continuo me perguntando, a troco de quê? De gastos desnecessários de dinheiro, de tempo, de esforço? De noites em claro, dores de cabeça e auto-estima no pé? Por essas e outras, eu desisto. Desisto de querer nutrir qualquer tipo de sentimento por qualquer pessoa. Desisto de tentar acreditar em algo que não merece crença. Desisto. Amar é inútil.
Amei a fotoo fiaaa!
Como eh q tu ta hein??
faz tempo q n te vejo...BjO!
Amo vc!