I'm going out. I don't know why, there's no need at all.
A kind of turbulence outside,
And i can't resist the call.
Creio que sou o único ser-nada.
Não sou meu, seu, ou de qualquer um que ousar se apossar do que permanece no vácuo.
Viver sem ar dói mais do que ser invadido pelo oxigênio. Digo isso sem saber de que forma sou capaz de viver assim - Se é que vivo.
Ausência de racionalismo.
Não controlo os meus impulsos - Não me controlo.
Sobra de tempo, ausência de uma possível coragem para esperar que algo possa alcançar-me. Não vivi enquanto ousei esperar.
Vai ver, é assim mesmo: Apenas projetado e programado.
Se quiseres saber se um dia isso irá passar, saiba que onde vivo, o oxigênio se tornou inflamável. Sendo capaz de fazer-me explodir, permaneço com o que me invade - A submersão.
Eu... Eu escrevi isso dormindo. Quase dormindo. E eu tô bem. Quase bem.
Acho que por completo nunca é, apesar de dizerem que sim. Mas tudo bem. Quase tudo bem.
O dia tá estranho e a noite também - E não é quase.
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Always almost ok.