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APELIDO, UMA FORMA CARINHOSA DE SER CHAMADO ! !

Informações da Foto: Eu (Ju Rangel) e Fêfo curtindo Porto Alegre. Meu bruxo desde a infância

Há alguns meses, editei um texto (Causos da Prevenção) no trabalho que falava sobre apelidos. Nele, era dito que todo mundo, independente de quem seja, já recebeu, em algum momento de sua vida, um apelido. Ele pode ser desde depreciativo até carinhoso, uma forma querida pelo qual te denominam. Eu, como qualquer pessoa normal, já tive alguns.

Tempos atrás parei pra pensar sobre isso e me dei conta que comigo apelido não funciona. Tipo, por mais que tentem, não é algo que me torne conhecido por todo mundo. O máximo é o “Ju”. Todo mundo que se torna um pouco mais próximo me chama assim. Até faço questão e ressalto isso com a pessoa, pois fica mais informal, mais próximo, íntimo, carinhoso.

Só que Ju é o apelido mais convencional de alguém que se chama Juliano. A propósito, amo meu nome. Acho que meus pais foram muito felizes na escolha dele. Acho que ele combina comigo. Bom, segundo o Júnior, meu irmão, foi ele quem me deu esse nome, afinal ele queria um irmãozinho que tivesse um nome com a mesma inicial do dele, rsrsrs. Ele era pequeno e não compreendia que seu nome era Plínio. Confesso que acho isso muito bacana, pois fui querido pelos meus irmãos desde pequeninho. Legal né?

Bom, mas, como disse, tive alguns apelidos ao longo de meus 26 anos. A maioria não pegou ou acabou passando. Há também aqueles com a qual alguma pessoa em específico me chama. Esses eu adoro.

Quanto aos que passaram, destaco os clássicos “Botijão de gás”, “bola”, “rolha de poço” e por aí vai. Digamos que essas denominação depreciativas fizeram parte de uma fase meio negra, rsrsrs. Como era gordinho em minha infância, nada mais normal do que receber esses apelidos bonitos, rsrrs. Até foi bom, pois isso me incentivou a emagrecer e lutar contra a balança. Outro que não pegou foi o que meu irmão, Junior, criou. Do nada, ele começou a me chamar de “Julava”. Sempre após o almoço, ele vinha com a seguinte frase: Deixa que o “Julava”. Às vezes ele alternava para o “Juseca”. Era uma figuraça. E olha que ele tentou fixar o apelido, mas ninguém foi na onda. Ele acabou esquecendo e o apelido morreu.

Agora quero destacar um espaço aos apelidos que tenho por parte de alguns amigos. Quero começar com o Fêfo. Por ideia do Júnior, ele começou a me chamar de “Tucá” (de tucano) em virtude de meu pequeno nariz, rsrssrs. Não pegou com mais ninguém , mas ele costuma me chamar assim algumas vezes. Ele oscila com “maninho” ou “bruxo”. Grande e querido amigo. O mais antigo e duradouro, por sinal.

Também sou conhecido por “rocha_rangel” pelo Fracaro, sendo essa a inspiração para o nome desse humilde flog. Já a Michele, outra querida e grande amiga, me chama desde o colégio de “Cajuzinho”. Outro apelido carinhoso, mas que gerou polêmica entre os amigos, foi criação da Mari. Ela começou a me chamar de “Juli”, mas todo mundo pedia pra ela parar. Ela se incomodou tanto que falei pra ela que ela deveria me chamar da forma que quisesse, pois não me importava. Hoje ela substituiu o diminutivo por “nino”, que considero igualmente carinhoso.

A Tatá me chama de “cumpradre”. Desde que teve seu primeiro namorado, no qual fui cupido, ela me intitula assim e acho o máximo. Prova de que ela me queria em seu seio familiar, rsrsrs. Eu então a chamo de “comadre”. Alguns namorados já passaram por sua vida, mas o “cumpadre” permanece até hoje. Já a Samara utilizou sua criatividade. Criou o “jubritano”, que até hoje não sei o que significa. O apelido foi adotado por ela e pelo Ricardinho. Virou marca registrada dela.

O Doug, por ser o namorado, exige um capítulo a parte nessa questão de apelidos. No início, ele começou me chamando de “nenechie”. Depois seguiu para “bebê”, “amorzinho lindo”, “amorzinho meu”, entre outros. Claro que tudo isso regado a muito doce, rsrsrsrssrs, bem coisa de casal apaixonado e bobo. Sei que me divirto com ele.

Na academia onde malho, geralmente sou chamado de “Plininho”. Isso porque todo mundo me conhece como o irmão do Junior. Automaticamente, viro o pequeno Plínio. Já no trabalho, uma amiga/colega (Cláudia) me chama de “biscoito”.

Ah, quase me esqueço de um com o qual me identifico muito. A autora é uma figuraça também. A Cris Weber me chama de “hobbitim”, uma clara homenagem aos pequenos habitantes do mundo Tolkiano. Além disso, sou conhecido por alguns como “Ju Rangel”. Adotamos essa sistemática na turma d’Us Certinhus, pois havia eu, o Ju Melo e a Ju Bock. Assim ficava mais fácil e não causava confusão.

Para fechar com chave de ouro essa coleção de Nicks, falo o que me deixa mais bobo quando ouço: “tio Ju”. Claro que quem fala isso é a Sofia, minha sobrinha amada e tudibom. A primeira vez que ouvi ela dizendo isso cheguei a me emocionar, de tão bobo que fiquei.

É, só digo uma coisa. A criatividade desse povo é grande, rsrsrs.

Beijos e abraços.

Juliano Rangel




ligado 22 junho 2010 776 Visualizações



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1537371785 ligado 24/06/2010

Oi, Ju!!!

Adorei este teu texto! Realmente quem nunca teve um apelido? Gostei do JUSECA e do JULAVA ... vou lembrar disso depois de alguma janta ou afim viu ... hehehe ... mas como meu nome é pequeno é dificil ter apelido ...tipo Ana ... só Ana Banana ... ou Nana ... ah e claro que como boa adolescente tive o batismo por parte de uns colegas 'super legais' assim que me chamavam de chupa cabra, ou fundo de garrada, ou quatro olhos, garrafinha (esse sempre lembrada pelo Fefo) e algumas variações por causa desse meu pequeno problema de visão hehehe ... mas faz parte ...


Bjs da Ana :)


Avatar deeciimeealee

Deeciimeealee ligado 22/06/2010

ME AGREGAS A TUS FFS?
DALE ASI NOS FIRMAMOS SIEMPRE:$




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