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THE GREAT VACATION - VOLUME 2
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THE GREAT VACATION - VOLUME 2

11/5/09
CHEGOU! DEPOIS DE 15 DIAS DE UMA ESPERA AGONIANTE E FIDELIDADE (evitei ouvir a maioria das músicas que vazavam xD), EIS A MINHA REVIEW DO MEU MAIS NOVO TESOURO: THE GREAT VACATION VOL. 2! *___* All

GREAT VACATION: Eu particularmente tinha achado essa música meio genérica quando ela foi lançada, mas ela se tornou muito querida para mim depois de algum tempo. Eu acho que ela passa muito bem a alegria da banda em comemorar os 15 anos de carreira... É uma música que eu considero parente de "Glorious" em termos de te deixar com aquela sensação gostosa e super feliz por tabela. Me lembra o jeito de "HAPPY SWING" também, talvez porque ambas tenham servido de abertura para Expos (se a gente considerar que o TGV foi a Expo desse ano, ne~). Também acho especial porque foi o tema da tour americana em que eu estive presente. *_*

FAME IS DEAD: Adorei essa música quando escapou uma preview; é exatamente o estilo de música do GLAY que eu gosto: forte, mais puxada para o rock, cheia de personalidade. Eu gostei do jeito que eles colocaram pausas pela música, "quebrando" o ritmo e deixando ele bem interessante para ser tocado ao vivo - especialmente para a platéia poder fazer aqueles gestos clássicos com o Teru e tudo mais. O refrão é perigosamente viciante, hein~.

absolute "ZERO": O ritmo dessa música me lembra o material que o GLAY produziu em 2004, na época do "THE FRUSTRATED". Essa, aliás, me lembra um pouco "BUGS IN MY HEAD", mas só de leve. xP Eu achei que ela não carrega a assinatura do Jiro de uma forma tão pesada como em outras músicas dele: por exemplo, em "THE BIRTHDAY GIRL" eu simplesmente não precisaria do Jiro cantando para saber que era dele, mas "absolute "ZERO"" parece mais refinada, mais... Sofisticada em relação às músicas do Jiro. O ritmo dela é muito gostoso e eu imagino o Jiro tocando essa muito feliz e empolgado no baixo! Esse backing vocal, no entanto, é a cara do nosso querido baixista. xD

RainbirD: Concordo com o que todo mundo já vem dizendo: não esperaria algo assim do Teru - não que ele não tenha capacidade para tanto, mas foge bastante do estilo usual dele de até então. É uma música linda, para ser cantada naquele momento calmo do show, com o microfone na base dele e com o Teru de olhos fechados, passando aquela emoção gigante que só ele consegue fazer... O refrão me arrepia, eu acho que ele explorou muito bem a melodia e o potencial melancólico dela; os instrumentos simplesmente intensificam toda essa atmosfera única... Teru, parabéns. ♥ Juntando "RUN" com "RainbirD" já teríamos um single de primeira. :3

LET ME BE: Eu sou sincera: baladas nunca foram minhas favoritas e "LET ME BE" não é exceção à regra. Apesar disso, acho que poucas vezes eu vi uma música que permitisse ao Teru tanta liberdade para que ele expressasse tudo e mais um pouco na voz (eu consigo imaginar o rosto dele, mesmo sem nunca ter visto essa música ao vivo!) e também uma música que ficasse para ele a principal responsabilidade de fazer a coisa toda funcionar - um vocalista de menos talento poderia ter deixado essa música desinteressante. Acho engraçado que até aqui o CD faz um caminho de montanha russa - começa do alto todo empolgado e as músicas vão se sucedendo de uma forma progressiva e harmônica até culminar em "LET ME BE". :)

BLACK EYES SHE HAD: O título dessa música me chamou a atenção desde o começo. XD O CD volta a ficar mais para cima e nossa, essa música promete ao vivo! ♥ Só eu consegui visualizar direitinho uma mulher cheia de personalidade, andando com atitude e com o maior olhar fatal? Nossa, eu inventei um PV para essa música já, com a personagem principal caminhando pelas ruas de Tokyo pela noite e... *amou* É totalmente diferente de tudo que eu já ouvi do GLAY e, ao mesmo tempo, incrivelmente no estilo deles! O solo ficou foda!

Tokyo vice terror: Disseram que essa música tocou na introdução dos shows nos EUA, mas eu confesso que não lembrava até ouvir de novo! 8DDD E é verdade, o pessoal foi entrando no palco ao som dela! Nossa, a primeira coisa que eu me lembrei foi de "Misirlou", a música mais famosa da OST de "Pulp Fiction". Eu gostei bastante de "Burning Chrome" no TGV 1 e acho que o Hisashi definitivamente tem a mão para compor essas músicas sem letra mas que são a cara dele e que transbordam personalidade. AMO.

1988: Outra do Hisashi que dá para matar bem de cara que é obra do guitarrista líder. O ritmo mais frenético é bem marcante nas músicas do Hisashi... Assim como um inglês ocasional e sempre mais bem usado que no caso do Takuro (e seu Engrish misterioso, já que no MySpace ele arrasa!). Ainda acho que nada vai bater "Synchronicity" (é, para mim, a melhor dele), mas gostei bastante. Deve ficar deliciosa ao vivo, especialmente com um solo desses!

[continua nos comentários!]
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Guestbook Comments (5)

RUCA: Okay, a ordem coerente que eu via no CD só valeu no começo. 8D A quebra de "1988" para "RUCA" é assustadora! Gostei muito mais dela do que eu gostei de "LET ME BE", acho que porque ela não é triste nem melancólica - ela é diferente, brinca com uma sonoridade mais "nipônica" ao fundo, deixa o Teru carregar a música (numa afinação de tirar o chapéu, levando o falsete com muita segurança!) sem tanta "pressão" como em "LET ME BE"... Tem um tom reconfortante e calmo, quase como o efeito que "Mugen no Déjà vu kara" me causa.

Omae to Tomo ni Aru: Fiz questão de esperar meu CD chegar para ouvir o Takuro cantando. Eu me surpreendi e muito! A voz do Takuro ao vivo eu só conhecia dos momentos em que ele fazia backing vocal para o Teru e sempre me parecia um pouco estranha - tipo, ela casa muito bem com o vocal do Teru, mas sozinha ela parecia esquisita. Dessa vez dá para notar o quão rico o timbre do Takuro é - e quão diferente é da voz dele, quando ele fala (que nem o Hisashi, que muda loucamente a voz quando canta também xD). Deixando a voz do Takkun de lado, essa música é a cara dele: épica, imponente, apaixonante, familiar. Ouvi pela primeira vez hoje e parecia que eu já conhecia a música há tempos! Espetacular. Gostaria de ouvir na voz do Teru também, deve ficar muito bonita também!

[continua abaixo]

REAL SHADOW: Eu sabia que ela era promissora só pelo nome, hehe. 8D É assim que eu gosto do GLAY, numa pegada mais "rock" e determinada. ù__Úv O ritmo dela é meio "quebrado" e uniformiza antes do refrão, gostei MUITO. Esse agudo do Teru durante o refrão me lembrou e MUITO uma parte do refrão de "Kodou", do Dir en grey. O_õ Solo lindo e cheio de voltas, assim como a bateria com viradinhas. *__* É uma música que tem um feeling de encerramento sim... Mas daqueles encerramentos que terminam com um to be continued que deixa você salivando por mais. Encaixou bem na "alma" desse CD, como todo mundo ressaltou. :3

E agora, as impressões sobre o Never Mind e as versões novas das músicas velhas. :DDD

Goran, Sekai wa Kurushimi ni Michite Iru yo: Vou bater no Takuro por NUNCA ter soltado NADA do Never Mind assim antes, com qualidade ninja e acessível para todo mundo! Queria que fosse "Never Mind por Never Mind" e não o GLAY fazendo cover do Never Mind, mas... Nossa, não é bem diferente do GLAY? Tem um quê de particular, algo que diferencia o NM do GLAY. Essa música não estava entre as minhas favoritas do NM, mas acabou de entrar, hehe. 8D

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TWO BELL SILENCE: ...Que introdução foi ESSA? MELDELS, essa música FINALMENTE ganhou o destaque e a imponência que sempre mereceu! Ao contrário de "RAIN", "Manatsu no Tobira" e "Kanojo no 'Modern...'" que foram polidas e relançadas no "SPEED POP" com muito mais verniz do que suas versões indies originais do "Hai to Daiyamondo", "TWO BELL SILENCE" nunca havia sido regravada e é, de LONGE, uma das MELHORES músicas que o GLAY já compôs! Cara, tô arrepiada com essa versão, ficou linda linda linda e me lembra o meu começo como fã de GLAY loucamente e... *melts* FODA. Takuro, posso pensar em NÃO bater em você por se desculpar tão perfeitamente com "TWO BELL SILENCE" aqui.

SHUTTER SPEEDS no Teema: Não notei nenhuma graaaande diferença aqui. o_O A música está mais "encorpada" e com maior volume, mas realmente não percebi nada que justificasse uma regravação. Ao contrário de "Yuuwaku" no TGV 1 e nas versões novas do TGV 2, eu achei que "SHUTTER SPEEDS no Teema" foi a menos trabalhada. Talvez ela já fosse espetacular de início e não tivesse muito a ser mudado? XD

[continua abaixo]

ACID HEAD: OMGOMGOMG, ELA FINALMENTE TEM UMA VERSÃO DE ESTÚDIO! AMEI essa regravação, agora dá para dizer que "ACID HEAD" é uma boa música de álbum também! A versão lançada no single de "Zutto Futari de..." não fazia muito jus à música tocada nos lives, tinha aquele "wow baiburu kanojo no kagekiiii" sem noção ao final e a platéia gritando no começo e no final. Cara, ficou FODA. Eles mantiveram as linhas que eram do Jiro originariamente, os "no more hero" todos distorcidos que o Hisashi normalmente faz ao vivo e aquela coisa meio louca/ensandecida dos shows. Eles conseguiram manter o clima de um live numa música de estúdio, incrível! Palavras não descrevem o quanto eu gostei dessa música!

BURST: Whoa, aceleraram aqui! "BURST" está entre as primeiras músicas que eu ouvi e, infelizmente, ela nunca ganhou muito destaque nas setlists do GLAY... E ela é outra indie de peso que merecia uma versão de mais respeito, hein~? Ela ficou mais frenética e cheia de presença, mas acho que o jeito que o Teru "grita" o final das linhas ficou menos legal que no original, quando ele dava aquela risadinha no final da primeira estrofe (a risadinha foi mantida, mas na versão do "Hai to Daiyamondo" ela era maior e mais nítida) e quando ele sussurrava o final de "tsugi kara tsugi e to fuku wo nugasarete", que é uma linha mais sexy (e com a qual o Teru inclusive brinca na Expo '99!) e essa interpretação dele era tuuudo na vida.

[continua abaixo]

E o final também ficou absurdamente upbeat e louco e WAH! ♥

ENFIM: álbum insamente perfeito, ótimos acréscimos ao já vasto repertório do GLAY (agora sem problemas com autoria e royalties! XD) e eu, mais uma vez, me sinto orgulhosa de ser fã de uma banda tão phoda.

E que venha o aniversário de 20 anos!

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