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REAL SHADOW: Eu sabia que ela era promissora só pelo nome, hehe. 8D É assim que eu gosto do GLAY, numa pegada mais "rock" e determinada. ù__Úv O ritmo dela é meio "quebrado" e uniformiza antes do refrão, gostei MUITO. Esse agudo do Teru durante o refrão me lembrou e MUITO uma parte do refrão de "Kodou", do Dir en grey. O_õ Solo lindo e cheio de voltas, assim como a bateria com viradinhas. *__* É uma música que tem um feeling de encerramento sim... Mas daqueles encerramentos que terminam com um to be continued que deixa você salivando por mais. Encaixou bem na "alma" desse CD, como todo mundo ressaltou. :3
E agora, as impressões sobre o Never Mind e as versões novas das músicas velhas. :DDD
Goran, Sekai wa Kurushimi ni Michite Iru yo: Vou bater no Takuro por NUNCA ter soltado NADA do Never Mind assim antes, com qualidade ninja e acessível para todo mundo! Queria que fosse "Never Mind por Never Mind" e não o GLAY fazendo cover do Never Mind, mas... Nossa, não é bem diferente do GLAY? Tem um quê de particular, algo que diferencia o NM do GLAY. Essa música não estava entre as minhas favoritas do NM, mas acabou de entrar, hehe. 8D
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TWO BELL SILENCE: ...Que introdução foi ESSA? MELDELS, essa música FINALMENTE ganhou o destaque e a imponência que sempre mereceu! Ao contrário de "RAIN", "Manatsu no Tobira" e "Kanojo no 'Modern...'" que foram polidas e relançadas no "SPEED POP" com muito mais verniz do que suas versões indies originais do "Hai to Daiyamondo", "TWO BELL SILENCE" nunca havia sido regravada e é, de LONGE, uma das MELHORES músicas que o GLAY já compôs! Cara, tô arrepiada com essa versão, ficou linda linda linda e me lembra o meu começo como fã de GLAY loucamente e... *melts* FODA. Takuro, posso pensar em NÃO bater em você por se desculpar tão perfeitamente com "TWO BELL SILENCE" aqui.
SHUTTER SPEEDS no Teema: Não notei nenhuma graaaande diferença aqui. o_O A música está mais "encorpada" e com maior volume, mas realmente não percebi nada que justificasse uma regravação. Ao contrário de "Yuuwaku" no TGV 1 e nas versões novas do TGV 2, eu achei que "SHUTTER SPEEDS no Teema" foi a menos trabalhada. Talvez ela já fosse espetacular de início e não tivesse muito a ser mudado? XD
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ACID HEAD: OMGOMGOMG, ELA FINALMENTE TEM UMA VERSÃO DE ESTÚDIO! AMEI essa regravação, agora dá para dizer que "ACID HEAD" é uma boa música de álbum também! A versão lançada no single de "Zutto Futari de..." não fazia muito jus à música tocada nos lives, tinha aquele "wow baiburu kanojo no kagekiiii" sem noção ao final e a platéia gritando no começo e no final. Cara, ficou FODA. Eles mantiveram as linhas que eram do Jiro originariamente, os "no more hero" todos distorcidos que o Hisashi normalmente faz ao vivo e aquela coisa meio louca/ensandecida dos shows. Eles conseguiram manter o clima de um live numa música de estúdio, incrível! Palavras não descrevem o quanto eu gostei dessa música!
BURST: Whoa, aceleraram aqui! "BURST" está entre as primeiras músicas que eu ouvi e, infelizmente, ela nunca ganhou muito destaque nas setlists do GLAY... E ela é outra indie de peso que merecia uma versão de mais respeito, hein~? Ela ficou mais frenética e cheia de presença, mas acho que o jeito que o Teru "grita" o final das linhas ficou menos legal que no original, quando ele dava aquela risadinha no final da primeira estrofe (a risadinha foi mantida, mas na versão do "Hai to Daiyamondo" ela era maior e mais nítida) e quando ele sussurrava o final de "tsugi kara tsugi e to fuku wo nugasarete", que é uma linha mais sexy (e com a qual o Teru inclusive brinca na Expo '99!) e essa interpretação dele era tuuudo na vida.
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E o final também ficou absurdamente upbeat e louco e WAH! ♥
ENFIM: álbum insamente perfeito, ótimos acréscimos ao já vasto repertório do GLAY (agora sem problemas com autoria e royalties! XD) e eu, mais uma vez, me sinto orgulhosa de ser fã de uma banda tão phoda.
E que venha o aniversário de 20 anos!
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RUCA: Okay, a ordem coerente que eu via no CD só valeu no começo. 8D A quebra de "1988" para "RUCA" é assustadora! Gostei muito mais dela do que eu gostei de "LET ME BE", acho que porque ela não é triste nem melancólica - ela é diferente, brinca com uma sonoridade mais "nipônica" ao fundo, deixa o Teru carregar a música (numa afinação de tirar o chapéu, levando o falsete com muita segurança!) sem tanta "pressão" como em "LET ME BE"... Tem um tom reconfortante e calmo, quase como o efeito que "Mugen no Déjà vu kara" me causa.
Omae to Tomo ni Aru: Fiz questão de esperar meu CD chegar para ouvir o Takuro cantando. Eu me surpreendi e muito! A voz do Takuro ao vivo eu só conhecia dos momentos em que ele fazia backing vocal para o Teru e sempre me parecia um pouco estranha - tipo, ela casa muito bem com o vocal do Teru, mas sozinha ela parecia esquisita. Dessa vez dá para notar o quão rico o timbre do Takuro é - e quão diferente é da voz dele, quando ele fala (que nem o Hisashi, que muda loucamente a voz quando canta também xD). Deixando a voz do Takkun de lado, essa música é a cara dele: épica, imponente, apaixonante, familiar. Ouvi pela primeira vez hoje e parecia que eu já conhecia a música há tempos! Espetacular. Gostaria de ouvir na voz do Teru também, deve ficar muito bonita também!
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