mas a soltura, o entusiasmo e inclusive o jubilo da injustiça, essa pequena verdade que nós praticamos com inocencia e que nos faz belos: somos finos e nossos dedos são maleáveis e resvalam como as ramas dessa planta insinuante e quase liquida; ela precisa nossa alma, dizem os cinicos. tambem esse é um ponto de vista; mas nem todas as flores são santas, por fortuna, e o que de divino há em nós é o despertar da ação antihumana. se trata de uma flor de papel para el hojal dos senhores que frequentam o baile da vida mascarada, cozinha da graça, brancas primas ágeis ou gordas. eles traficam com o que nós selecionamos. contradição e unidade dos polares em um só jorro pode ser verdade. isso se um insiste em pronunciar essa banalidade, apendice de uma moralidade libidinosa, malcheirosa. a moral atrofia como todo açoite produto da inteligência. o controle da moral e da logica nos inflictou a impassibilidade ante os agentes da violencia - causa da escravidão -, ratos pútridos dos quais está repleto o ventre do burgues, e que infectaram os unicos corredores de vidro claros e limpos que ficavam abertos aos artistas




















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On January 31 2008 Edit






abab

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